Alunos do 5º Ano receberam informações sobre os prejuízos causados pelas drogas lícitas e ilícitas e aprenderam formas de evitar situações de vulnerabilidade
Qual é a droga mais perigosa? Porque o cigarro e o álcool são liberados se prejudicam a saúde? Qual droga é a mais usada no Brasil? Essas foram algumas das perguntas feitas pelos alunos do 5º Ano d’O Peixinho aos convidados que participaram, em dezembro, do encerramento do Projeto de Prevenção às Drogas, desenvolvido durante as aulas pela psicóloga escolar Larissa Lopes.
Com base em suas experiências, profissionais da saúde e de segurança pública partilharam com as crianças exemplos reais do dia a dia. A médica mastologista Beatriz Verenhitach explicou, de forma didática e acessível, quais são os prejuízos causados pelos entorpecentes e pelo álcool no organismo, ilustrando casos de pessoas que adoeceram em decorrência do vício.
A sargento Cristina, o cabo Cambuí e a soldado Amanda, da 4ª Companhia do Batalhão da Patrulha Escolar Comunitária, explicaram como funciona a legislação e relataram situações de famílias desfeitas e jovens que perderam a saúde e a liberdade por se envolverem com drogas e álcool.
Outro convidado especial foi Daniel Barlette, que superou a dependência química e atualmente lidera um grupo de apoio a pessoas em recuperação. Por meio do seu testemunho, compartilhou com os alunos as perdas e as dificuldades enfrentadas devido ao vício. Hoje, acompanhado de sua esposa, Amanda Barlette, ministra palestras e mostra com sua história de vida, que não se envolver com entorpecentes é sempre a melhor escolha.
“A droga e o álcool têm o poder de nos tirar do controle e fazem com que percamos o interesse pelas coisas boas da vida. Por isso, a melhor alternativa é nunca experimentar, pois esse pode ser um caminho sem volta”, alertou.
Durante o encontro, os alunos fizeram perguntas aos convidados com base nos conteúdos estudados, reforçando assim os aprendizados construídos ao longo do projeto. Nas aulas, aprenderam o que são as drogas, conheceram alguns tipos e entenderam como elas agem no corpo humano.
Por meio de alguns exemplos hipotéticos e outros reais, durante o projeto, as crianças refletiram e discutiram sobre os fatores que podem motivar o uso de droga, como influências externas, pressão pessoal e do grupo, propagandas e admiração por pessoas usuárias.
Oportunizar reflexão e apresentar formas de dizer “não” – como estratégias para evitar situações de vulnerabilidade -, são os principais objetivos do projeto. “É fundamental informar as crianças para que tenham consciência dos prejuízos causados pelos entorpecentes e saibam que, em qualquer situação, têm a capacidade de fazer escolhas saudáveis”, destacou a psicóloga Larissa Lopes.










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